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Fisiologia

Os antiinflamatórios não hormonais no esporte

Os medicamentos antiinflamatórios não hormonais (AINH) são frequentemente utilizados na medicina esportiva. São amplamente conhecidos os efeitos antiinflamatórios, analgésicos, antipiréticos e antitrombóticos dos AINH, embora seus efeitos in vivo no tratamento das lesões musculoesqueléticas nos humanos ainda permaneçam parcialmente conhecidos.

Os AINH possuem uma ação bem documentada como potentes analgésicos; portanto, quando prescritos, devemos considerar se estão sendo utilizados com fins analgésicos, anti-inflamatórios ou combinados. Woo e colaboradores avaliaram a ação analgésica dos AINH nas lesões musculoesqueléticas e concluíram não ser significantemente maior do que o paracetamol, embora apresentem um perfil de risco elevado, com efeitos adversos que incluem a exacerbação da asma, efeitos gastrointestinais e renais, hipertensão e outras doenças cardiovasculares.

A prescrição de AINHs no manejo das lesões do esporte deve ser cautelosa e específica para cada patologia, principalmente quando apenas a analgesia é o principal resultado desejado. No entanto, com base tanto na atual compreensão da fisiopatologia da maioria das lesões e a frequência com que a inflamação representa no complexo das lesões, é prematuro supor que os AINH não sejam úteis para o médico que trata de lesões esportivas.

A minimização da dose e da duração do uso dos AINH deve ser priorizada e combinada com princípios simples de proteção, repouso, gelo, compressão e elevação (PRICE) nas lesões agudas, geralmente associados a uma reabilitação física adequada.

Os AINH são provavelmente mais úteis no tratamento de pinçamentos de tecidos moles e nervosos, nas artropatias inflamatórias e tenossinovites. Por outro lado, os AINH não são geralmente indicados nas tendinopatias crônicas isoladas ou nas fraturas. Nas lesões musculares, o tratamento com AINH é ainda controverso.

As condições nas quais o uso dos AINH requerem uma avaliação mais cuidadosa incluem as lesões ligamentares, as lesões articulares, as osteoartrites, os hematomas e nos casos pós-operatórios.

Grupos de trabalho baseados em evidências no tratamento da dor recomendam usar paracetamol como tratamento de primeira linha para a dor musculoesquelética aguda e crônica.

As injeções intramusculares de AINH apresentam riscos adicionais, como níveis de drogas flutuantes, infecções e necrose muscular, como a síndrome de Nicolau. Os AINH atuam na inibição da via da cicloxigenase (COX), bloqueando a produção de prostaglandinas a partir do ácido araquidônico. A inibição das pros- taglandinas provoca uma diminuição da resposta da cascata inflamatória, mas também provoca um aumento da produção de leucotrienos através da cascata do ácido araquidônico.

Os inibidores da COX-2 são uma subclasse dos AINH, que especificamente bloqueiam a enzima COX-2 e subsequentemente apresentam menores efeitos adversos gastrointestinais e renais, embora apresentem um aumento do risco de efeitos adversos cardiovasculares.

Os AINH na medicina esportiva são geralmente ministrados como formulações tópicas, orais, intramusculares ou, menos comumente, preparações endovenosas.

O uso diário de AINH na população geral é da ordem de 1 a 4%, enquanto nos atletas de elite durante os Jogos Olímpicos ou durante os jogos de uma Copa do Mundo da FIFA, as descrições são da ordem de 25% a 35% dos atletas envolvidos. Dada a sua disponibilidade, o uso de antiinflamatórios para tratar lesões do esporte na população em geral é provavelmente similar ao observado nas populações de esportes de elite.

As recentes publicações dos efeitos adversos entre os antiinflamatórios, em combinação com o maior conhecimento da fisiopatologia das lesões de tecidos moles, resultaram num desafio para a medicina do esporte. Embora as taxas de utilização de AINH tenham sido potencialmente elevadas no passado, devemos ter cautela quanto à rejeição ao uso de AINH, pois podem ser potencialmente úteis em diversos cenários envolvendo lesões do esporte.

Nunca utilize um medicamento sem prescrição médica

Dr. Cristiano Frota de Souza Laurino

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    A dor nas lesões musculares

    A lesão muscular constitui-se numa das fontes de dor mais frequentes no praticante de atividade física ou esportes em geral.

    Imediatamente após a lesão muscular ocorrer, inicia-se a fase inflamatória, que se caracteriza pela exposição do colágeno tecidual e liberação de fatores decrescimento quimiotáticos e mitogênicos no sítio da lesão (pGFs, IGF-1, IGF-2 TGFβ, HGF, TnFα, IL-6).

    Os fenômenos decorrentes da cascata de coagulação se iniciam e os leucócitos fagocitam os tecidos necróticos. Ocorre um edema intersticial promovido pelo aumento da permeabilidade capilar, resultando em hipóxia e anóxia tecidual, culminando em um aumento da dimensão dos tecidos necróticos. A extensão da fase inicial inflamatória pode ser excessiva, causando um aumento da massa de tecido lesado, o que se denomina “lesão muscular secundária”. A dor e a limitação funcional são geralmente proporcionais às dimensões do tecido lesado.

    Nas lesões musculares agudas, a modulação da fase inicial inflamatória pode ser crítica na evolução do processo de reparo e regeneração. A preocupação com o sangramento proveniente da ação antiplaquetária dos inibidores da COX-1 e das tromboxanas A2 propiciou uma contraindicação relativa dos AINH nas fases iniciais, mas com o advento das formulações específicas para a COX-2, estes efeitos se tornaram menos relevantes.

    A modulação da resposta inflamatória com pequenas doses de AINH na fase subaguda, após o processo inicial mediado por macrófagos ter se iniciado, pode ter efeitos benéficos através da limitação do edema, sem afetar as células-satélites e a proliferação de fibroblastos, a regeneração de miotúbulos e capilares ou subsequentemente a força tênsil e contrátil.

    Em contraste, o impedimento da regeneração e o incremento da fibrose nos estágios finais do processo de cura do músculo podem sugerir que o uso dos AINH esteja contraindicado, uma vez que o processo de regeneração tenha se iniciado.

    A regeneração muscular é estimulada por diferentes fatores de crescimento e citocinas liberadas no microambiente da lesão, tais como a IGF-1 e a IGF-2, que são mitogênicos para os mioblastos. Publicações recentes afirmam que a utilização de drogas anti-inflamatórias no tratamento das lesões musculares promoveria uma diminuição da regeneração de fibras musculares e um incre- mento da fibrose. Tal fato se explicaria pela aumento da síntese do fator de crescimento TGF-β1, um potente estimulador da fibrose em vários tecidos, assim como no músculo esquelético.

    Durante a fase de cicatrização de uma lesão muscular, iniciada três a seis dias após a lesão, a liberação do fator de crescimento TGF-β1 estimula os fibroblastos a produzirem proteínas e proteoglicanos, que promoverão a formação do tecidocicatricial. Este processo de regeneração “compete” geralmente com a formação de fibrose, muito embora o músculo esquelético tenha um potencial de regene- ração espontânea. A fibrose excessiva comporta-se então como uma barreira mecânica densa capaz de limitar a maturação das fibras musculares, resultando na cura muscular incompleta.

    Os AINH não são contraindicados em todas as lesões musculares, mas devem ser utilizados em consideração a cada patologia específica tratada. Os benefícios da utilização dos AINH no tratamento da dor muscular tardia (DMT) estão bem estabelecidos. Os “patches” de AINH têm sido recentemente descritos como benéficos nas fases iniciais das contusões musculares. O risco de desenvolvi- mento de miosite ossificante pós-cirúrgica tem se reduzido com o uso dos AINH.

    Dr. Cristiano Frota de Souza Laurino

     

    Suplementos Alimentares podem conter substâncias proibidas na lista antidoping

    Segue a Lista de Suplementos que foram testados pelos órgãos internacionais de controle de doping (USADA, WADA) e onde se demonstrou a presença SUBSTÂNCIAS PROIBIDAS.(lista antidoping 2012 da WADA).

    Caso um produto não esteja listado abaixo, não significa que seja totalmente seguro para substâncias proibidas.

    As empresas podem modificar as formulações dos seus produtos de forma rápida, de forma que um produto atualmente comercializado pode ter sua formulação modificada à partir do produto original.

    Os SINAIS DE ALERTA para substâncias proibidas nos SUPLEMENTOS ALIMENTARES:

    1. Contem ingredientes fitoterápicos

    2. Contem ingredientes que você não reconhece

    3. Contem ingredientes patenteados pela própria empresa

    4. Contem ingredientes que terminam com –ol, -diol,-stene ou ingredientes que contem números

    5. Lista muito longa de ingredientes

    6. Intitula-se uma “prescrição alternativa de medicamentos”

    7. Intitula-se segura: “tem sido utilizada por centenas de anos”, “produto milenar”, “substância tradicional”

    8. Intitula-se como: “a mais nova descoberta científica”, “fórmula secreta”, “...seu dinheiro de volta...”

    9. Descreve ser capaz de tratar doenças como câncer, obesidade, etc...)

    10. Intitula-se um suplemento que “constrói músculos”, “ganha ou perde peso”, “estimula a função sexual” e “suplementos energéticos”

    11. Contem ingredientes com descrição em línguas desconhecidas.

    O ATLETA É TOTALMENTE RESPONSÁVEL POR QUAISQUER SUBSTÂNCIAS ENCONTRADAS EM SEU ORGANISMO.

     

    Fonte: http://www.usada.org/forms.asp?uid=3588

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