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Fisiologia

Differences In Skeletal Muscle Contractile Properties Among Power And Endurance Elite Athletes

Differences In Skeletal Muscle Contractile Properties Among Power And Endurance Elite Athletes

Author Block: Irineu Loturco1, Hamilton Roschel2, Carlos Ugrinowitsch2, Cristiano Laurino 3, Saulo Gil1, Ronaldo Kobal1, Valmor Tricoli2. 1Pão de Açúcar Group - Nucleus of High Performance in Sports, São Paulo, Brazil. 2University of São Paulo, São Paulo, Brazil. 3BM&F - Bovespa Track & Field Club, São Paulo, Brazil.

Abstract:
Measurements of muscle belly responses to electrical stimuli using a displacement sensor provide valuable information about the skeletal muscle contractile properties. In this regard, it has been proposed that muscle contraction time (Tc) could be used as an accurate non-invasive predictor of fiber type composition. Additionally, the muscle radial displacement (Dm) is considered as a reliable measurement of muscle stiffness. Thus, it is conceivable that power and endurance elite athletes present significant differences between these skeletal muscle mechanical properties. PURPOSE: The purpose of this study was to evaluate if there are significant differences in muscle contractile properties among power and endurance elite athletes. METHODS: Thirty-four elite male track and field athletes were divided into two different groups: power athletes (PA) (sprinters and jumpers; n=18; age: 26 ± 3, 8 years; height: 179 ± 6, 8 cm; weight: 77, 8 ± 8, 2kg) and endurance athletes (EA) (endurance runners and triathletes; n=16; 26, 4 ± 7, 2 years; height: 168 ± 9, 2 cm; weight: 61 ± 12, 2 kg). Dm and Tc were measured in both the rectus femoris (RF) and the biceps femoris (BF) muscles from the dominant leg, using a Tensiomyographer device (TMG Measurement System, TMG-BMC Ltd., Ljubljana, Slovenia). Unpaired t-tests were used to compare the differences between the groups. Statistical significance was set at P :

Author Disclosure Information: I. Loturco: None.
Category (Complete): 103. Fitness Assessment, Exercise Training, and Performance of Athletes and Healthy People - Sport Science
Keyword (Complete): skeletal muscle ; contraction time ; tensiomyography
Unlabeled/ Investigational Products (Complete):

: No
w w w . a b s t r a c t s o n l i n e . c o m / s u b m i t / S u b m i t P r i n t e r F r i e n d l yV e r s i o n . a s p ? C o n t r o l K e y= % 7 B 0 3 4 2 D 4 7 7 - 6 4 2 4 - 4 9 5 1 - 9 B 6 7 - F 2 3 5 D 1 4 5 0 B B C % 7 D & M e e t i n g A c t i vi t yK e ...

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A síndrome compartimental aguda

A síndrome compartimental aguda (SCA) é uma emergência médica caracterizada pelo aumento da pressão dentro de um espaço anatômico chamado de compartimento, causando uma diminuição da nutrição vascular (perfusão) dos tecidos envolvidos (músculos, nervos, vasos).

A perna é uma das localizações anatômicas mais frequentes da instalação da SCA, embora também seja descrita em outros locais, como pés, mãos, coxa, dentre outros.

Um compartimento é o espaço anatômico delimitado por fáscia (tecido fibroso) e osso. O compartimento envolve grupos musculares e possui uma determinada capacidade de distensão.

A SCA resulta frequentemente de uma hemorragia ou edema após uma lesão. O aumento progressivo do conteúdo liquido provoca distensão do compartimento até o seu limite, a partir do qual eleva a pressão interna e pode provocar uma diminuição da perfusão dos tecidos (músculos e nervos) ou até a interrupção completa do fluxo arterial, causando isquemia e até a necrose (morte celular).

A SCA pode se instalar após traumatismos diretos (quedas, contusões), fraturas, queimaduras, esmagamentos, aparelhos de gesso mal feitos, curativos compressivos (enfaixamentos com ataduras), hemorragias, uso de anticoagulantes, dentre outros.

No músculo em repouso a pressão do compartimento medida está entre 0 e 15 mmHg. Se a pressão aumentar para 30 a 45 mmHg, muitos indivíduos desenvolverão a SCA.

Os sinais e sintomas da SCA são: a dor contínua de intensidade progressiva no membro acometido, aumento de volume (inchaço) da região com sensação de enrijecimento muscular e limitação de movimentos. O inchaço pode adquirir grandes proporções no membro acometido em algumas horas, o que permite uma fácil identificação clínica.

A dor na SCA pode evoluir para níveis insuportáveis, o que caracteriza uma necessidade urgente de se confirmar o diagnóstico para que o tratamento seja instalado rapidamente, reduzindo o risco de sequelas.

A sensibilidade da pele e das extremidades pode reduzir com o aumento da pressão do compartimento e ser acompanhada pela sensação de “formigamento” (parestesia).

A redução ou a ausência de pulso também são sinais observados na evolução do quadro.

O tratamento é emergencial mediante um tratamento cirúrgico, chamado de fasciotomia, que significa a abertura do compartimento, permitindo que os tecidos envolvidos no processo compressivo continuam recebendo nutrição até que o processo se encerre e a pressão se normalize.

As complicações das SCA negligenciadas ou mal tratadas podem ser a paralisia, as contraturas musculares, as infecções, a lesão nervosa permanente e a rabdomiólise (destruição muscular causando a insuficiência renal).

A suspeita da instalação de uma SCA indica hospitalização, confirmação diagnóstica e tratamento precoce. A negligência diagnóstica e a demora do tratamento podem resultar em sequelas definitivas, tais como as necroses dos tecidos muscular e nervoso, causando paralisias e deformidades

Fique alerta aos grandes traumatismos e bons treinos!

As lesões na corrida e o fortalecimento de CORE

As lesões envolvendo a região lombar, a pelve, os quadris e as coxas somam aproximadamente 25 a 30% de todas as lesões nos corredores.

Os mecanismos de estabilização do CORE durante a corrida abrangem a fáscia tóraco-lombar, a pressão intra-abdominal, os músculos paraespinhais (interespinhais e intertransversais), a musculatura lombar profunda (músculos multifidus, iliocostal, longuíssimo torácico), os músculos oblíquos (interno e externo), o transverso do abdome, o reto abdominal, os musculos glúteos, o quadrado lombar e os músculos do assoalho pélvico.

Obliquos

São 29 pares de músculos evolvidos na estabilização do tronco durante os movimentos da corrida. Quando contraídos, os músculos estabilizadores do CORE são capazes de criar um cilindro rígido muscular no tronco. Tal ação deve ocorrer de preferência, frações de segundo antes do início dos movimentos e de forma automática.

A pobre estabilização lombo-pélvica durante a corrida tem sido citada na literatura como um fator de risco para o surgimento da dor lombar e de lesões nos membros inferiores entre seus praticantes.

Pesquisadores tem demonstrado que a coluna lombar é o eixo central dos movimentos de corrida e que os distúrbios de força dos músculos do CORE (estabilizadores centrais) podem desencadear lesões e sintomas no tronco e membros inferiores. As forças de reação do solo devem ser dispersadas pela ação conjunta de músculos, tendões, ligamentos e cápsulas articulares, pois caso contrário, a concentração de estresse pode desencadear falhas nos tecidos humanos.

Como exemplo, a fraqueza dos músculos reto e transverso do abdome e a tensão aumentada dos músculos iliopsoas podem provocar um aumento do angulo de flexão do quadril durante o início do contato do pé no solo, o que pode culminar com uma tensão excessiva nos músculos isquiotibiais, podendo causar aumento do risco de lesões nestes grupos musculares.

A literatura tem apresentado uma relação biomecânica entre a pobre estabilização do CORE e as lesões na corrida, como: as tendinopatias do tibial posterior, a síndrome do estresse tibial medial (canelites), as lesões da cartilagem da patela (condropatias), as fasciites plantares e as lesões musculares isquiotibiais, dentre outras.

A realização de exercícios de estabilização central, ou fortalecimento do CORE, têm como objetivos: permitir ao indivíduo um maior controle postural durante os movimentos, estimular o controle muscular voluntário e automático do complexo muscular lombar-pelve-quadril, promover melhor estabilidade central e consequentemente maior eficiência dos movimentos dos membros inferiores e superiores, permitindo um retorno mais precoce à corrida.

Médicos, fisioterapeutas e treinadores devem encorajar os corredores a conhecerem a cadeia de eventos relacionadas aos diferentes grupos musculares, a fim de reduzirem o risco de desenvolvimento de lesões musculoesqueléticas.

Fortaleça o seu CORE e bons treinos !

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