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As Fraturas de Estresse da Fíbula

As fraturas de estresse de fíbula representam entre 4,6% a 21% de todas as fraturas por estresse.

 

Tornozelo

Embora todo o osso possa ser acometido, o terço distal (quatro a sete centímetros proximais à extremidade distal do maléolo) é o mais envolvido. As fraturas são causadas por uma combinação de forces musculares e cargas axiais.

O quadro clínico se manifesta por dor localizada na face lateral da perna e tornozelo que deve ser diferenciada da síndrome compartimental crônica, tendinite bicipital e síndrome da compressão do nervo fibular e miosite ossificante.

Os principais diagnósticos diferenciais das fraturas por estresse de fíbula são: a síndrome compartimental crônica lateral da perna, tendinite do bíceps femoral e síndrome do pinçamento do nervo fibular.

Frat_de_fibula

O tratamento não cirúrgico é indicado para a mioria das fraturas de estresse de fibula e abrange repouso modificado por três a oito semanas, seguido por um retorno gradual aos níveis de atividade física pregressos.

Órteses pneumáticas também são descritas no tratamento. O repouso absoluto é contraindicado, principalmente nos atletas, em decorreência do enfraquecimento muscular e perda de condicionamento físico.


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